Munhão não Angulável

Nossos componentes protéticos são desenvolvidos em ligas especiais de alta resistência e biocompatibilidade.

 

CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

• Próteses cimentadas; unitárias ou múltiplas.
• Interface Cone Morse Friccional.
• Linha de término em zero.
• Material de fabricação: aço inoxidável destinado a produtos implantáveis, em conformidade com a norma ASTM F138 e ABNT NBR ISO 5832-1.
• Disponíveis com diferentes alturas para atender as variações de espessura de mucosa.

Munhão não Angulável

Perguntas Frequentes

Conexão CM é segura?

O Sistema Arcsys foi idealizado para ser um encaixe friccional puro, maciço e sem a presença do parafuso, o qual é muitas vezes o responsável pelo afrouxamento ou fratura de componentes protéticos, em função do processo de fadiga ocasionada pelas cargas mastigatórias. Este conceito friccional traz maior segurança para o paciente, pois a retenção do componente protético no implante é assegurada pela contínua ação das forças mastigatórias, o que mantém a conexão implante/pilar segura. Quando comparada com outras conexões, ela apresenta um resultado superior, confira: (link artigo de comparação entre conexões)

Quais as vantagens em relação às demais plataformas HE e HI?

Nos sistemas tipo Cone Morse puro, a pressão exercida para o travamento do pilar no implante gera uma resistência friccional suficiente para uma conexão segura, e se devidamente embricado, elimina o problema da eventual soltura do mesmo, além de favorecer o desempenho em longo prazo do conjunto, diferente do que ocorre com implantes que apresentam conexões hexagonais.
Outra questão bastante importante para a longevidade do sistema friccional é a resistência à infiltração e colonização bacteriana na interface pilar/implante. A micromovimentação e a proximidade da porção protética junto aos tecidos peri-implantares (implantes hexagonais) permite o acúmulo microbiano que pode levar a uma condição de peri-implantite, podendo evoluir para a perda do implante. Considerando essas informações, conforme diversos estudos publicados, o selamento promovido pelo encaixe Cone Morse demonstra ser hermético no que tange a infiltração bacteriana.

Qual o tratamento de superfície e o tempo de osseointegração?

O Implante Friccional Arcsys possui um tratamento de duplo ataque ácido (DuoAttack), desenvolvido na Universidade de Nova Iorque, pelo Professor Paulo Guilherme Coelho. Este tratamento proporciona acelerada integração dos tecidos ósseos com a superfície do implante quando comparado a outros tratamentos (jateamento com ataque ácido e sem tratamento). É importante salientar que não há uma metodologia padronizada que define o tempo de ósseointegração de um implante dentário, uma vez que existem outros fatores envolvidos neste processo, relacionados à técnica e sobretudo à fisiologia do próprio paciente..

O Sistema Arcsys é similar ao Sistema Bicon, porém quais os principais diferenciais entre os dois sistemas?

A similaridade se restringe apenas à questão da conexão entre implante e componente protético, que se dá por meio de um Cone Morse Friccional, para ambos os sistemas.
O implante Arcsys não é instalado “batido”, logo permite carga imediata, tão requerida pelos dentistas latino-americanos. Outra diferença é que no sistema Arcsys o componente é ativado em boca e depois transferido, ao contrário do sistema Bicon, onde se preconiza transferir o implante.

Qual material utilizado no Tapa de cobertura? Ele apresenta vantagens sobre os parafusos metálicos?

O Tapa de cobertura da FGM (cover) é fabricado em silicone grau médico, de uso irrestrito. O material, por apresentar elasticidade e baixa dureza, se adapta adequadamente sobre o implante, não agredindo os tecidos adjacentes. O tapa siliconado possui vantagens em relação aos tradicionais sobretudo por tornar o processo de instalação e remoção muito mais simples e rápido. Ele dificulta o crescimento ósseo em sua porção superior, de forma a facilitar a etapa de reabertura e adaptação/ativação do componente protético. Contudo, um de seus maiores benefícios se refere à permanecer firmemente aderido ao seu dispositivo insersor ou extrator, proporcionando muita segurança e agilidade no processo de tamponamento dos implantes.

Como é a interação dos materiais aço inox com o titânio grau v?

A norma ABNT NBR 16044:2012 define os requisitos gerais para implantes dentários. Nela são especificadas diversas questões dentre elas, o contato com materiais de diferente composição química. Esta norma faz citação a outra (ABNT ISO 21534), que define que a combinação do aço inoxidável ASTM F138-13a, a ser utilizado como material de fabricação do pilar, e do Ti6Al4V, que é utilizado na fabricação do implante, é considerada adequada para aplicação, podendo ser utilizada sem quaisquer problemas. O engaste promovido pelos diferentes materiais promove uma área de contato ainda mais eficiente em relação à hermeticidade e estabilidade da conexão.

Como é realizado o acionamento? Qual a força necessária para um travamento ideal?

O acionamento deve ser realizado por impacto mecânico, através de dispositivo próprio. O Martelete foi projetado para proporcionar este acionamento de maneira adequada, conferindo segurança para o usuário e seu paciente. O travamento ideal é realizado pela quantidade de acionamentos que o profissional submete ao componente protético. Recomendamos ao menos 3 (três) impactos, para proporcionar um travamento confiável. É de bom tom avisar o paciente sempre que for utilizá-lo, para evitar sustos ou comportamentos inesperados.

Caso seja necessária a reversibilidade, como proceder? Em boca não existe movimento parecido que faça soltá-lo?

Sua remoção é possível e segura, desde que o profissional apreenda o componente com sua respectiva chave extratora. Basta realizar os movimentos de torção e tração simultaneamente (cerca de 30N são suficientes para “anular” o efeito morse). Importante avaliar a presença de parafunções (como o bruxismo). Nestes casos, a oclusão precisa estar ajustada de acordo com as premissas básicas que a regem (liberdade dos mvoimentos excursivos e toque seletivo durante as guias de desoclusão). Não há possibilidade de soltura do componente protético durante função mastigatória, uma vez que o sentido compressivo favorece ainda mais o embricamento dos componentes.