Implante Friccional Arcsys

IMPLANTE ARCSYS. CONE MORSE DE VERDADE.

Quando se trata de qualidade na reabilitação, as vantagens do sistema cone morse são imensas, como qualidade biológica, mais estética do tecido periimplantar e menor contaminação bacteriana entre o implante e o componente protético. O Cone Morse Friccional Arcsys, além de não necessitar de parafusos, evita problemas como afrouxamento e fratura e permite sua remoção com rapidez e segurança.

CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

• Interface Cone Morse Friccional (3° Locking taper).
• Plataforma Switching.
• O implante possui formato cilíndrico com ápice cônico, visando maior facilidade de aparafusamento ao substrato ósseo.
• Interface protética única para todos os diâmetros de implantes.
• Chave de instalação trilobular – sistema antitravamento.
• Para melhor resolução protética preconiza-se instalação do implante 2mm infraósseo.
• Indicado para todas as densidades ósseas: Tipo I, II, III e IV.
• Material de fabricação: liga Ti6Al4V.
• Acompanha tapa de cobertura.

TRATAMENTO ARCSYS DUOATTACK

Visando favorecer sua performance biológica, o implante Arcsys recebe tratamento de duplo ataque ácido em toda sua superfície, resultando em uma fina camada de TiO2 (Dióxido de titânio), o que é um fator que evidencia a biocompatibilidade do implante dentário.
Este tratamento resulta tanto em rapidez na osseointegração, como na ótima qualidade óssea durante o processo cicatricial.

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TAPA DE COBERTURA FRICCIONAL

• Fabricado em silicone biocompatível, para uso a longo prazo.
• Expande no interior do cone, proporcionando total vedação.
• Fornecido único e exclusivamente com o implante, não sendo vendido separadamente.

Utilizar:

Instalação – Insersor de Tapa (20.34.01)
Remoção – Extrator de Tapa (21.35.01)

Implante Friccional Arcsys

Perguntas Frequentes

Conexão CM é segura?

O Sistema Arcsys foi idealizado para ser um encaixe friccional puro, maciço e sem a presença do parafuso, o qual é muitas vezes o responsável pela soltura de componentes protéticos, em função do processo de fadiga ocasionada pelas cargas mastigatórias. Este conceito friccional traz maior segurança para o paciente, pois a retenção do componente protético no implante é assegurada pela contínua ação das forças mastigatórias, o que mantém a conexão implante/pilar segura.

Quais as vantagens em relação às demais plataformas HE e HI?

Nos sistemas tipo Cone Morse puro, a pressão exercida para o travamento do pilar no implante gera uma resistência friccional suficiente para uma conexão segura. O não uso do parafuso passante elimina o problema da eventual soltura do mesmo e favorece o desempenho em longo prazo do sistema, diferente do que ocorre com implantes que apresentam plataforma HE e HI.
Outra questão bastante importante para a longevidade do sistema friccional é a infiltração e colonização bacteriana na interface pilar/implante. O acúmulo microbiano ao redor de implantes dentais pode levar a uma condição de periimplantite, que se não tratada adequadamente poderá promover perda óssea e comprometer o implante culminando em sua perda. Considerando essas informações, conforme diversos estudos publicados, o selamento promovido pelo encaixe Cone Morse demonstra ser hermético no que tange a infiltração bacteriana.

Qual o tratamento de superfície e o tempo de osseointegração?

O Implante Friccional Arcsys possui um tratamento de duplo ataque ácido (DuoAttack), desenvolvido na Universidade de Nova Iorque, pelo Professor Paulo Guilherme Coelho. Este tratamento proporciona aceleração da integração dos tecidos ósseos com a superfície do implante quando comparado a outros tratamentos (jateamento com ataque ácido e sem tratamento). Importante salientar que não há uma metodologia padronizada que define o tempo de ósseointegração de um implante dentário.

O Sistema é similar ao Sistema Bicon, porém quais os principais diferenciais entre os dois sistemas?

A similaridade restringe-se apenas à questão da conexão entre implante e componente protético, que se dá por meio de um Cone Morse Friccional, para ambos os sistemas.
O Arcsys não é instalado “batido”, logo permite carga imediata, e o protocolo recomendado do Arcsys é de ativar o componente em boca e depois transferir o componente, ao contrário do Bicon, onde se preconiza transferir o implante.

Qual material utilizado no Tapa de cobertura? Quais suas características e comportamento na sua utilização e em boca?

O Tapa de cobertura da FGM (cover) é fabricado em silicone grau médico, de uso irrestrito. O material, por apresentar elasticidade e baixa dureza, se adapta adequadamente sobre o implante, não agredindo os tecidos adjacentes.
Impede o crescimento ósseo em sua porção superior, de forma a facilitar a etapa de reabertura e adaptação/ativação do componente protético.

Como é a interação dos materiais aço inox com o titânio grau v?

A norma ABNT NBR 16044:2012 define os requisitos gerais para implantes dentários. Nela são especificadas diversas questões dentre elas, o contato com materiais de diferente composição química. Esta norma faz citação a outra (ABNT ISO 21534), que define que a combinação do aço inoxidável ASTM F138-13a, a ser utilizado como material de fabricação do pilar, e do Ti6Al4V, que é utilizado na fabricação do implante, é considerada aceitável para aplicação, podendo ser utilizada sem maiores problemas.

Como é realizado o acionamento? Qual a força necessária para um travamento ideal?

O acionamento deve ser realizado por impacto mecânico, através de dispositivo próprio. O Martelete foi projetado para proporcionar este acionamento de maneira adequada, conferindo segurança para o usuário. O travamento ideal é realizado pela quantidade de batidas que o profissional submete ao componente protético. Recomendamos ao menos 3 (três) batidas, para proporcionar um travamento confiável, onde cada acionamento gera energia equivalente a 4,93 X 10-2J.

Caso seja necessária a reversibilidade, como proceder? Em boca não existe movimento parecido que faça soltá-lo?

Sua remoção é possível e segura, desde que o profissional apreenda o componente (ex. fórceps) e realize o movimento de torsão e tração simultaneamente (cerca de 30N são suficientes para “anular” o efeito morse). Importante que, se o paciente possuir indicação para reabilitação (ex. sem parafunções não controladas) e a oclusão esteja ajustada de acordo, não há possibilidade de soltura do componente protético durante função mastigatória.