Allcem é um cimento resinoso adesivo permanente, de cura dual, radiopaco, que apresenta um amplo espectro de aplicação em restaurações indiretas.
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Description

Allcem é um cimento resinoso adesivo permanente, de cura dual, radiopaco, que apresenta um amplo espectro de aplicação em restaurações indiretas. A combinação dos dois mecanismos de cura, fotoativado e quimicamente ativado, garantem a polimerização do produto em situações com e sem acesso de luz. Allcem é composto por duas pastas: base e catalisadora. A pasta base é responsável pela pigmentação do produto e é misturada à pasta catalisadora, dando início à cura química do cimento resinoso. Para acelerar o processo de cura, pode-se fotopolimerizar o produto, promovendo a cura dual. O produto foi desenvolvido para que a mistura das pastas na proporção 1:1 em peso gere elevada capacidade adesiva, elevada resistência flexural e alto grau de conversão tanto na cura química como dual. Allcem apresenta excelentes propriedades adesivas, mecânicas e também facilidade de aplicação devido à seringa de corpo duplo. Seu uso garante a extrusão do produto nas proporções corretas (1:1) e as ponteiras de automistura garantem a homogeneidade das pastas, além de impedir a incorporação de bolhas no produto. A pasta base de Allcem está disponível nas cores A1, A2, A3 e Trans. A cor Trans apresenta aspecto incolor e alta translucidez, adequada para cimentação de pinos intrarradiculares.

Presentation

• 1 embalagem contendo 1 seringa de corpo duplo com 5g, disponível nas cores: A1, A2, A3 ou Trans.

• 5 ponteiras de automistura;

• Nas cores: A1, A2, A3 (Universal) e Trans. Contém 2,5g.

• Contém 2,5g.

• Embalagem com 20 unidades;

Characteristics and Advantages

• Elevada resistência adesiva em diferentes superfícies (restaurações indiretas em compósitos, cerâmicas, metalocerâmicas, metais, pinos de fibra de vidro e núcleos endodônticos em cerâmica ou metálicos).
• Cura Dual: pode ser curado quimicamente e/ou fotoativado, garantindo a polimerização do produto mesmo na ausência total de luz. Allcem garante a manutenção das mesmas propriedades mecânicas tanto na cura somente química quanto dual.
• Fácil manuseio: propriedades reológicas otimizadas conferem ao produto uma manipulação e aplicação adequadas.
• Garantia da mistura das pastas sem inclusão de bolhas com o uso da ponteira de automistura.
• A combinação Whitepost (FGM), Prosil (FGM) e Allcem apresenta perfeita compatibilidade, o que resulta em ótimo desempenho clínico.
• Amplo espectro de aplicação.
• Elevadas propriedades mecânicas tanto no mecanismo de cura química como na cura dual.
• Facilidade ao dispensar o produto da seringa de corpo duplo e garantia da proporção 1:1 das pastas base e catalisadora.
• Disponível nas cores: Trans, A3 (universal), A1 e A2.

Indications

• Allcem é um sistema de cimentação adesiva permanente de cura dual, radiopaco e indicado para unir restaurações indiretas à estrutura dental. Pode ser utilizado para cimentação de:

– Coroas e pontes de porcelana puras ou fundidas a partes de metais preciosos, semi-preciosos ou não preciosos (metalo-cerâmicas).
– Inlays, onlays, overlays em porcelana ou resina composta.
– Pinos radiculares de fibra de vidro, cerâmicos ou metálicos.
– Pontes de Maryland (próteses adesivas).

Step by Step

Modo de Uso
Preparo do dente

Passo 1

Faça o isolamento do dente e utilize um sistema de retração quando a margem é subgengival para garantir que não ocorra contaminação do preparo.

Passo 2

Limpe adequadamente os preparos com pedra-pomes e taça para profilaxia, condicione o esmalte e dentina durante 15 segundos com ácido fosfórico 37% Condac 37 (FGM). Enxágüe com água em abundância durante 10 segundos. Após certificar-se que todo o ácido foi retirado, seque o preparo ligeiramente com ar deixando o tecido dentinário levemente umedecido.

Passo 3

Aplique o adesivo (com um pincel ou microaplicador) e proceda a fotoativação conforme instruções do fabricante. O cimento resinoso Allcem não é compatível com adesivos ácidos classificados como autocondicionantes de passo único. A acidez elevada destes adesivos compromete a cura química do cimento resinoso.

Cimentação de coroas de porcelana total metalfree, metalo-cerâmicas ou resina total.

Passo 1

A peça de porcelana metalfree ou metalo-cerâmica deve ser previamente submetida ao tratamento com jato de óxido de alumínio pelo laboratório para gerar microporosidades superficiais e, no caso, das peças em resina total. Prepare a peça de porcelana aplicando gel de ácido fluorídrico a 5 ou 10% Condac Porcelana (FGM) durante o tempo indicado pelo fabricante da cerâmica sobre a face interna da peça a qual fará contato com o cimento resinoso. Enxágüe com água em abundância até remoção total do ácido fluorídrico e seque em seguida.

Passo 2

Silanização da peça: Aplique silano Prosil (FGM) sobre a peça com auxílio de um microaplicador descartável Cavibrush (FGM) e aguarde 1 minuto. Seque a superfície com leves jatos de ar.

Passo 3

Selecione a cor adequada de Allcem para a cimentação da peça.
Seringas de corpo simples: Dispense a quantidade adequada do cimento resinoso Allcem sobre o bloco de espatulação na proporção 1:1 e misture as pastas durante 10 segundos com espátula de plástico.

Seringa de corpo duplo: coloque a ponta misturadora no local indicado. Empurre o êmbolo e direcione a ponta para a parte interna da peça a ser cimentada. A ponta deve ser descartada após seu uso.

Passo 4

Aplique uma fina camada do cimento no interior da peça protética ou sobre a cavidade dental cobrindo toda a superfície.

Passo 5

Posicione a peça no dente cuidadosamente permitindo que o cimento escoe lentamente de todas as margens.

Passo 6

Mantenha a peça em posição e inicie a limpeza dos excessos de cimento após aproximadamente 3 a 5 minutos do início da mistura das pastas. Caso o excesso de cimento for retirado logo após o posicionamento da peça as margens devem ser fotoativadas para impedir o efeito da camada inibida por oxigênio.

Passo 7

Em caso de restaurações minimamente retentivas, posicione a peça e mantenha fixa durante o processo de limpeza do excesso de cimento.

Passo 8

Após permitir a cura química durante 3 a 5 minutos e remover os excessos de cimento, fotopolimerize cada superfície e as margens durante 40 segundos ou permita que a cura química continue até 10 minutos da mistura das pastas.

Nota: Para peças de porcelana e resina composta, as margens devem ser fotopolimerizadas durante 40 segundos para assegurar a imediata fixação da peça.

Passo 9

Proceda ao polimento para o acabamento final.

Nota: Após a fotopolimerização das restaurações e das margens, retire os excessos com auxílio de uma lâmina de bisturi. O uso de instrumentos rotatórios deve ser evitado antes da cura total do cimento.

Passo 10

Instrua o paciente a não exercer forças sobre a restauração até 15 minutos da fixação da peça.

Cimentação de pinos intrarradiculares

Passo 1

Prepare o dente tratado endodonticamente para receber o pino dimensionando, o conduto radicular e o pino.

Passo 2

Condicione o esmalte e a dentina durante 15 segundos com gel de ácido fosfórico 37 % Condac 37 (FGM). Enxágüe com água em abundância, certifique-se de que todo o ácido tenha sido retirado. Seque o conduto com auxílio de cone de papel absorvente.

Passo 3

Aplique o adesivo com auxílio de um microaplicador descartável Cavibrush (FGM) friccionando-o no conduto radicular durante 15 segundos, para cobrir as paredes com uma fina camada de adesivo.

Certifique-se que não há deposição de adesivo no conduto radicular. Siga as instruções do fabricante para evaporação do solvente com ar e tempo de fotoativação.

Passo 4

Prepare o pino radicular Whitepost (FGM) aplicando uma camada de Prosil (FGM) e aguarde 1 minuto para sua evaporação. Seque a superfície com leves jatos de ar.

Passo 5

Dispense a quantidade adequada do cimento resinoso Allcem proporção 1:1 sobre um bloco de espatulação. Misture as duas pastas com espátula plástica durante 10 segundos. No caso da seringa de corpo duplo, coloque a ponta aplicadora e empurre o êmbolo. Aplique uma fina camada da mistura ao longo do pino ou aplique o cimento no interior do conduto radicular com auxílio de instrumentos adequados.

Passo 6

Posicione o pino no conduto radicular. Inicie o processo de limpeza aproximadamente 3 a 5 minutos após a inserção do cimento. Proceda a fotopolimerização durante 40 segundos na superfície oclusal para fixação do pino na posição. O uso de pinos translúcidos facilita a passagem de luz no interior do conduto e a cura do cimento resinoso ao longo do pino.

Passo 7

Proceda a reconstrução da parte coronal do dente.

FAQ

Qual o tamanho das partículas do cimento resinoso?

Allcem contém nanopartículas de 40nm e micropartículas com tamanho entre 0,6 a 2 µm com tamanho médio de 0,9 µm.

Podemos utilizar adesivos autocondicionantes com o cimento resinoso?

Não. Os adesivos autocondicionantes são ácidos e alteram a substância amino terciária presente nos cimentos resinosos, prejudicando a cura química e diminuindo a resistência de adesão.

Qual a cor do cimento resinoso Allcem indicada para a cimentação de um pino Whitepost? E por quê?

Whitepost pode ser cimentado com as cores A1, A2, A3 e Trans de Allcem, pois o cimento resinoso é de cura dual. Ocorre a completa polimerização do cimento pela polimerização de cura química.

Qual a vantagem em se utilizar a seringa de corpo duplo com o auxílio de ponteira de automistura?

Allcem seringa de corpo duplo garante a proporção das pastas 1:1. Porém, existe a alternativa de usar a ponteira de automistura. Esta ponteira deve ser acoplada à seringa, e, ao expulsar o produto, a ponteira irá promover a mistura das pastas, permitindo aplicar o produto sobre a peça e impedindo a incorporação de bolhas. No entanto, a ponteira de automistura é descartada a cada uso, pois o produto sofre cura química em seu interior.

No processo de cimentação com Allcem é importante que a camada seja fina?

Sim, inferiores a 50 microns, conforme a norma ADA (American Dental Associtaion). Para uma melhor adaptação e não sofrer contração de polimerização excessiva, com maior resistência, uma restauração protética deve apresentar, além da estética, função e retenção satisfatórias, uma perfeita adaptação ao dente preparado, promovendo, assim, um adequado selamento das margens. O assentamento incompleto de coroas protéticas pode ser causado pela espessura de película de cimento que se acumula na superfície do preparo dental. Portanto, para minimizar os gaps marginais e discrepâncias oclusais, os agentes cimentantes deveriam ser capazes de alcançar uma espessura de película ideal durante a cimentação (Donaván & Cho, 1999). Dentre os fatores que influenciam a espessura de película final de um cimento, pode-se citar a angulação das paredes axiais dos preparos, o espaçamento para o cimento, a força aplicada durante a cimentação, o tipo de cimento selecionado, a facilidade de manipulação, o pó de reação de presa, o tempo de trabalho, a viscosidade e a quantidade de partículas presente (Agostinho eta!., 2000; Rosenstiel et al., 1998).

Quais as vantagens da cimentação adesiva em relação à cimentação convencional?

O cimento de fosfato de zinco, tradicionalmente tem sido indicado como primeira escolha para a cimentação de peças metálicas, tornando-se bastante popular, apesar de apresentar algumas desvantagens como solubilidade e falta de adesão. No entanto, temos hoje no mercado os cimentos adesivos que representam um ganho nas propriedades mecânicas em geral e nas físicas porque estes apresentam menor solubilidade no meio bucal e como o nome da técnica diz, há uma maior adesão ao remanescente dental, há uma melhor distribuição de forças e um menor risco a fraturas. Permitem uma estética mais aprimorada principalmente nos casos de cerâmica pura. Além disso, apresentam:
· Alta resistência mecânica.
· Dureza.
· União micromecânica ao esmalte e dentina.
· Previnem a microinfiltração comparativamente aos cimentos convencionais (fosfato de zinco, por exemplo).
· Reduz o risco de fraturas porque distribui melhor as forças exercidas sobre o conjunto dente/restauração.

Por que está contraindicado o uso de adesivos autocondicionantes quando utilizamos um cimento dual ou quimicamente ativado?

Nos cimentos duais e quimicamente ativados não se devem usar adesivos autocondicionantes de frasco único, porque isto diminui a resistência da adesão entre cimento resinoso e dentina. Os cimentos resinosos apresentam uma substância (amina terciária) que contribui no processo de cura química. Os adesivos ácidos alteram esta substância, impedindo o processo de cura química. Esta é uma característica de todos os cimentos resinosos do mercado.

Quais os cuidados que devem ser tomados quando se faz uma cimentação adesiva?

O preparo precisa ser avaliado com cuidado, avaliando a profundidade do preparo, de forma que não haja hiperemia pulpar que possa ser agravada com o ataque ácido. É importante o controle da umidade durante a cimentação além da remoção dos excessos que é mais difícil de ser realizada.

Existem diferenças quanto à força de retenção do cimento resinoso, com os cimentos convencionais, considerando-se um preparo sem forma de retenção?

Comparando-se um estudo in vitro e em preparos sem forma de retenção, a força de retenção do cimento resinoso foi de 9,4MPa, o cimento de ionômero de vidro foi de 5MPa e o cimento de fosfato de zinco 3,1MPa. O cimento resinoso foi significativamente mais resistente. Portanto quando a altura axial da parede do preparo ou o ângulo de convergência do preparo forem desfavoráveis, é provável que as restaurações protéticas cimentadas com um cimento resinoso resultem melhor ao deslocamento do que àquelas cimentadas com um cimento convencional (Browning et al., 2002).

De que maneira ocorre a união entre a superfície do dente e a peça protética quando se faz uma cimentação adesiva?

As superfícies do dente e da peça protética requerem tratamentos prévios que promovam a união entre o tecido dentário e o cimento resinoso e entre o cimento resinoso e o material restaurador. A união do dente ao cimento resinoso se dá por meio dos sistemas adesivos, seguindo os mesmos princípios das restaurações diretas de resina composta, uma vez que o cimento resinoso é uma resina composta com a fluidez necessária para cimentação. Já a união do cimento resinoso com a restauração dependerá do tipo de tratamento realizado na superfície interna da restauração. Dentre as diferentes técnicas de tratamento de superfície temos: asperização com pontas diamantadas, jato de alumínio, condicionamento com ácido fluorídrico e a silanização. As quatro primeiras visam à criação de microrretenções na superfície interna da peça protética. A silanização melhora o molhamento da superfície pelo agente de união. O Silano funciona como uma ponte promovendo a união química do cimento resinoso com a superfície das restaurações cerâmicas por meio da sílica presente nas mesmas, e unindo-se à matriz orgânica dos cimentos resinosos.

Qual o melhor tratamento de superfície nas restaurações indiretas?

Nas restaurações cerâmicas com alto conteúdo de sílica, o tratamento com jateamento ou o condicionamento com ácido fluorídrico, seguido da aplicação do silano tem demonstrado bons resultados. Nos sistemas cerâmicos In_Ceram e Procera All_Ceram estariam indicados tanto o tratamento mecânico, o jateamento, o ácido fluorídrico e a silanização. Nos pinos de fibra de vidro Whitepost (FGM) recomendamos o uso do silano.

Quais as formas de polimerização dos cimentos?

Os cimentos podem apresentar diferentes formas de polimerização tais como:
• Polimerização Química: a mistura de dois componentes (pastas base e catalisadora) ocorre a polimerização também chamada de Autopolimerizável.
• Polimerização com Luz: utilização de aparelho fotopolimerizador.
• Polimerização Dual: Quando ocorre a polimerização química e também pela luz. Os cimentos Duais são indicados principalmente quando o material restaurador apresenta uma espessura maior que três milímetros, ou quando são muito opacos, impedindo que uma quantidade de luz seja transmitida ao cimento resinoso. Assim a polimerização química, iniciada na mistura do cimento, garante a polimerização adequada.

Qual a vantagem de se utilizar um cimento resinoso de cura Dual?

Os cimentos de cura Dual polimerizam quimicamente e, caso o cirurgião dentista queira acelerar o processo de cura, pode fotopolimerizar o produto.

Quais as principais características do cimento resinoso de cura Dual Allcem?

• Dois mecanismos de cura: fotoativada e quimicamente ativada, garantindo a polimerização do produto mesmo na ausência total de luz.
• Amplo espectro de aplicação.
• Elevada resistência adesiva em diferentes superfícies.
• Elevadas propriedades mecânicas tanto no mecanismo de cura química como na cura dual.
• Facilidade ao dispensar o produto da seringa de corpo duplo e garantia da proporção 1:1 das pastas base e catalisadora.
• Garantia da mistura das pastas sem inclusão de bolhas com o uso da ponteira de automistura.
• Cores: A1; A2; A3 (Universal), Extra opaca (Opaque Pearl) e Trans.
• Propriedades reológicas ajustadas para facilitar a manipulação e aplicação do produto.

Referências Bibliográficas
1. MAIA, L.G.; VIEIRA, L.C.C. Cimentos resinosos: uma revisão da literatura. J Bras Dent Estét 2003, Curitiba; JUL/SET; 2(7): 258-262.

2. VARJÃO, F.M.; SEGALLA, J.C. Estudo sobre espessura de película de quatro cimentos resinosos. Ver. Odontol. UNESP, São Paulo, 31(2): 171 – 177 2002.

3. BROWNING, WD et al. Comparison of luting cements for minimally retentive crown preparations. Quintessence Int 2002 ; 33(2) :95-100.

As ponteiras de automistura do Allcem são descartáveis?

Sim. Após a mistura da pasta base e catalisadora ocorre a presa do cimento no interior da ponteira.

Information for the Professional

Precauções e Contraindicações

Este produto contém contraindicações. Consulte manual de instruções.

• O produto pode causar algum nível de irritação se em contato com a polpa dental e/ ou muito próximo a ela.
• O cimento resinoso Allcem contém monômeros polimerizáveis que podem causar sensibilização da pele (dermatite alérgica de contato) em indivíduos suscetíveis. Após contato, lave imediatamente a área com água e sabão. O cimento resinoso Allcem contém metacrilatos que podem ser irritantes para os olhos. Em caso de contato, lave imediatamente com grande quantidade de água e procure assistência médica. Para evitar infecção cruzada, não reutilize pontas aplicadoras. Certifique-se de fechar a tampa após o uso.
• Proteja a polpa com um material de forramento ou base cavitária se a cavidade tiver exposição pulpar.
• Não use material que contenha Eugenol como base para evitar a cura insuficiente na superfície.
• Fotopolimerize o cimento resinoso no mínimo durante 40 segundos com equipamentos de luz halógena ou LED com densidade de potência igual ou superior a 450mW/cm2 e espectro de emissão de luz azul (400-500 nm).
• Utilize óculos de proteção quando utilizar uma unidade de fotopolimerização.
• O cimento resinoso Allcem não é compatível com adesivos ácidos classificados como autocondicionantes de passo único.
• A acidez elevada destes adesivos compromete a cura química do cimento resinoso.
• É recomendado ajustar a luz do refletor para que esta não seja dirigida diretamente sobre a faceta laminada de porcelana durante a prova de cor. Este procedimento prevê uma fotopolimerização prematura do cimento.

Conservação e Armazenamento

• A embalagem do cimento resinoso FGM deve ser fechada imediatamente após o uso.
• Não exponha o produto a temperaturas elevadas ou luz intensa.
• Armazene o produto em temperaturas entre 5°C-20°C.

Efeitos colaterais

• O produto pode causar algum nível de irritação se em contato com a polpa dental e/ ou muito próximo a ela. Em casos de reações alérgicas ao produto, suspenda seu uso.

Advertências

• Não utilizar o produto se este estiver fora do prazo de validade.
• Para descarte do produto siga a legislação de seu país.
• Não reaproveitar a embalagem vazia.
• Manter fora do alcance de crianças.