Opallis é uma resina composta nanohíbrida (microhíbrida com partículas nano) indicada para restauração direta de dentes anteriores e posteriores.
Mais informações

Descrição

Para celebrar os 10 anos de mercado, a resina nanohíbrida Opallis ganhou nova embalagem. Versátil, Opallis apresenta propriedades ópticas e mecânicas inigualáveis,
excelente viscosidade, além do fácil manuseio e escultura, que garantem acabamento superior e longevidade das restaurações.

Além de todos estes diferenciais, Opallis contém vidro Schott, tecnologia alemã padrão ouro na odontologia e apresenta a mais ampla variedade de cores.

Toda esta qualidade fez Opallis conquistar seu espaço mundial, marcando presença em 55 países, tornando-se sinônimo de sucesso e satisfação de cirurgiões-dentistas e pacientes.

Apresentação

• 15 seringas nas cores

4g: EA1; EA2; EA3; EB2; DA1; DA2; DA3; DB2;

2g: D-Bleach; T-Blue; T-Neutral; T-Yellow; E-Bleach H; Opaque Pearl; VH.
• 1 Ambar 4ml.

• 6 seringas nas cores EA2; EA3; EA3,5; DA2; DA3; T-Neutral.

• 1 seringa com 4g para cores de uso frequente.
• 1 seringa de 2g para cores especiais.

Cores:

DA1; DA2;DA3;DA3,5; DA4; DB1; DB2; DB3; DC2; DC3; D-BLEACH; EA1; EA2; EA3; EA3,5; EA4;
EB1; EB2; EB3; EC2; EC3; E-BLEACH H; E-BLEACH M; E-BLEACH L; T-BLUE; T-YELLOW; T-ORANGE;
T-NEUTRAL; OP PEARL; OP WHITE; VH; VM; VL; Odontopediátrica A 0,5; Odontopediátrica B 0,5.

Características e Vantagens

• Excelente polimento.
• Superfície com brilho similar à superfície dos dentes naturais.
• Grande variedade de cores: 35 tons.
• Excelente radiopacidade.
• Opalescência idêntica à dos dentes naturais.
• Fluorescência balanceada com a da estrutura dental.
• Elevado grau de conversão.
• Reduzido desgaste e rugosidade superficial, contribuindo na manutenção do brilho e longevidade da restauração.
• Fidelidade de cor: as cores de esmalte e dentina seguem a escala Vita Classical com fidelidade.
• Consistência: a consistência da resina está mais macia, porém sem perder a capacidade de escultura.
• Praticidade: fácil identificação das cores através das letras E (esmalte), D (dentina), T (translúcidas), O (extraopacas) e V (valor).
• Dentes clareados: cores específicas para dentes clareados (E-Bleach L, E-Bleach H, E-Bleach M, D-Bleach).
• Translucidez: cores com elevada translucidez para restaurações estéticas (T-Yellow, T-Blue, T-Orange, T-Neutral, VH, VM, VL).
• Estética: suas propriedades mecânicas atendem requisitos de restaurações em dentes anteriores e posteriores.
• Embalagem ergonômica: tampa acoplada ao corpo da seringa.
• Eficácia: reduzida sensibilidade à luz.

Descrição das cores:

Translúcidas
A cor T-Blue foi desenvolvida com uma qualidade sutilmente azulada tal qual o esmalte do terço incisal de dentes jovens. A cor T-Orange contribui na caracterização alaranjada da ponta dos mamelos. A cor T-Yellow apresenta-se com elevada translucidez, sem pigmentos, dando profundidade à restauração, pode ser empregada como última camada sem alterar as cores de resinas das demais camadas da restauração. A cor T-Neutral, por sua vez, assemelha-se às cores incisais, apresenta-se com translucidez mediana e é muito empregada para reproduzir o terço incisal menos translúcido.

Valor
As massas para correção do valor foram desenvolvidas com diferentes níveis de pigmento branco para serem usadas como última camada e de acordo com a idade do paciente: VH para dentes de crianças e adolescentes (mais branco, mais opaco), VM para dentes adultos e VL para dentes de pessoas idosas (menos branco, mais translúcido).

Cores extraopacas
As cores extraopacas, Opaque White (OW), Opaque Pearl (OP), B0,5 e A0,5, são úteis no mascaramento de dentes escurecidos. Finas camadas dessas resinas conseguem promover o mascaramento do fundo escuro. Casos típicos de “meia lua” são resolvidos empregando resinas extraopacas que bloqueiam a passagem da luz através do dente. A cor OW apresenta-se com elevado teor de pigmento branco, a cor OP é de igual opacidade, porém assemelha-se à cor A2 da escala Vita; B0,5 e A0,5 são cores mais claras que B1 e A1, respectivamente, porém com opacidade muito elevada. Essas duas cores também podem ser empregadas na reconstrução de dentes decíduos, devido à elevada opacidade desses tecidos.

Cores Bleach
As cores Bleach foram desenvolvidas especialmente para reconstruir dentes clareados, cujo croma está abaixo das cores previstas na escala Vita, ou seja, mais claras que as cores A1 e B1. Opallis contém três cores para reproduzir o esmalte, divididas em E-Bleach H, E-Bleach M, E-Bleach L. Os termos H, M e L definem a ordem de croma, sendo que H se refere à cor mais clara (high) e L à cor de maior croma (low). Para reproduzir a dentina, foi desenvolvida a cor D-Bleach com opacidade semelhante às cores de dentina. Assim, a combinação dessas propriedades óticas faz com que Opallis se assemelhe à estrutura dental, permitindo sua reprodução de forma natural e imperceptível. A distribuição do tamanho das partículas permite um preenchimento adequado da resina, contribuindo para sua elevada resistência mecânica e ao desgaste, características necessárias para restaurações em dentes posteriores, e o reduzido tamanho médio das partículas traz facilidade de polimento, gerando uma restauração com superfície lisa e de alto brilho.

Indicações

• É indicada para restaurações de dentes anteriores e posteriores, permitindo a reprodução das características óticas da estrutura dentária.
• Restaurações oclusais, proximais e ocluso-proximais de tamanho pequeno e médio.
• Restaurações de dentes anteriores classe III, IV e V.
• Facetas diretas em resina composta.
• Colagem de fragmento de dentes.
• Reduzir e/ou fechar diastemas.
• Corrigir e/ou alterar a forma de um ou vários dentes.
• Defeitos estruturais: amelogênese imperfeita, hipoplasias de esmalte, lesões cervicais não cariosas.
• Para corrigir e/ou alterar a proporção largura e/ou comprimento do(s) dente(s).
• Restauração de dentes decíduos.
• Corrigir e/ou alterar a cor de uma parte ou de todo o dente.

Passo a Passo

Seleção de cor

Para a seleção da cor, faça uma profilaxia. Os dentes devem estar limpos e hidratados, sem isolamento, uma vez que a desidratação pode alterar a cor.

Métodos para a escolha da cor

• Pode ser realizada com a escala Vita comumente utilizada.
• Uma pequena porção de resina composta pode ser colocada sobre a superfície vestibular do dente a ser restaurado (sem condicionamento e aplicação de sistema adesivo), polimerizada durante 30 segundos, umidificada com a saliva do paciente. Observe. Essa etapa pode ser realizada para confirmar a cor da resina composta.
• Para os casos mais desafiadores, recomenda-se que, inicialmente, o profissional faça o mapa cromático do dente. O mapa cromático são todas as informações mais detalhadas das características individuais dos dentes.

Aplicação

Passo 1

Como o esmalte e a dentina apresentam diferentes opacidades, para restaurar a estrutura dental perdida com perfeição é necessário que se tenha massas de esmalte e dentina, translúcidas para trabalhar a área incisal e opaca para opacificar a dentina esclerótica.

Passo 2

Faça o preparo para a execução de restaurações adesivas diretas.

Passo 3

Faça o condicionamento ácido Condac 37 (FGM) inicialmente nas margens de esmalte e em seguida no interior da cavidade. O tempo de condicionamento é de 15 segundos. Em seguida, lave com água em abundância, remova todo o ácido da estrutura dental e seque a dentina sem desidratá-la.

Passo 4

Aplique o sistema adesivo de acordo com as recomendações do fabricante.

Passo 5

Inserção e fotopolimerização da resina composta:

• Recomendam-se a técnica de inserção e polimerização por incremento. Essa técnica permite uma polimerização mais uniforme. Utilize os tempos de polimerização descritos na tabela 1 para camadas de até 1,5mm de resina.
• Restaure a cavidade de acordo com a(s) core(s) selecionada(s) aplicando pequenas camadas de Opallis (espessura máxima de 2mm), adaptando cuidadosamente na cavidade.
• Para permitir uma melhor polimerização da última camada de resina, aplique uma camada de gel isolante e fotopolimerize por 40 segundos.

Passo 6

Para o acabamento e polimento, podem ser utilizados os discos de lixa Diamond Pro (FGM) e discos de feltro Diamond Flex (FGM) com auxílio de pastas para polimento Diamond ACI e ACII (FGM)e Diamond Excel (FGM).

Notas

1 – Checar a oclusão é um fator de extrema importância. Restaurações em supraoclusão provocam um estresse muito grande no dente e restauração o que pode levar à dor. Não as deixe em infraoclusão.

Perguntas Frequentes

Opallis pode ser empregada em restaurações de dentes anteriores e posteriores?

Sim, ela pode ser empregada tanto em dentes anteriores quanto em posteriores. Toda resina nanohíbrida possui essa característica intrínseca, por causa da distribuição e tamanho de suas partículas, de ter boa resistência à abrasão (característica desejável em restaurações de classe I e II) e à fratura (classe IV, por exemplo). Os testes laboratoriais da resina Opallis mostram resultados muito bons quando comparados com resinas de mesma classificação. Tais resultados podem ser comprovados clinicamente nos acompanhamentos de 12, 18 e 24 meses da resina Opallis, em andamento em várias universidades do país. Um grande diferencial da resina Opallis, principalmente no segmento anterior, são os recursos estéticos presentes em algumas massas, como nos transparentes e nos opacos. Isso confere um sem-fim de combinações e de efeitos possíveis de serem reproduzidos com esse material no dia a dia da clínica.

Por que Opallis apresenta 4 graus de translucidez?

Porque o esmalte e a dentina apresentam diferentes opacidades, portanto para restaurar a estrutura dental perdida com perfeição, é necessário que se tenha massas de esmalte e dentina translúcidas para trabalhar a área incisal e opacas para opacificar dentina esclerótica.

O que é fluorescência?

Fluorescência é a capacidade que o dente tem em absorver radiação ultravioleta (tipo luz negra) e emitir essa radiação na faixa de luz visível dando um aspecto azulado.

Por que é importante que uma resina possua fluorescência?

Porque para restaurar parte do dente perdido é necessário reproduzir todas as propriedades do dente natural. Resinas não fluorescentes são detectadas como uma área escura quando expostas à luz ultravioleta.

Existem diversos graus de fluorescência em resinas compostas. Como posso identificar se uma resina possui fluorescência compatível com a estrutura dental?

As empresas fabricantes de resinas fazem testes prévios com suas massas de esmalte, dentina e efeitos, comparando dentro de normas pré-estabelecidas, todas as massas de resina com dentina e esmalte naturais. Tal cuidado garante fluorescência na medida certa para o uso de restaurações de resina composta. Clinicamente e em laboratório, emprega-se luz ultravioleta para tal distinção. Como a aquisição de tal aparelhagem muitas vezes é dispendiosa para o clínico, uma boa saída é recorrer às bulas, a materiais de boa procedência e aos artigos científicos. Consultem o perfil técnico da resina que você emprega, busque literatura de qualidade e principalmente entenda o que é fluorescência. A FGM dispõe de todos os equipamentos para certificação de seus compostos resinosos, como espectrofotômetro, reômetro e luz ultravioleta, garantindo não só uma adequada fluorescência, mas todas as propriedades físicas e mecânicas que uma resina nanohíbrida necessita.

Qual a importância da Opalescência em uma resina composta?

A opalescência é uma propriedade do esmalte, observada principalmente nas bordas incisais e margens proximais, relacionada à sua capacidade de transmitir seletivamente as ondas longas do espectro, dando ao esmalte aspecto com tonalidade alaranjada. Ao mesmo tempo em que reflete as ondas curtas, o que confere ao esmalte coloração azulada. Trata-se de uma propriedade importante porque dependendo se a luz incidente for transmitida ou refletida, o material restaurador apresenta tonalidades diferentes sob tal iluminação, simulando o que acontece num dente natural.

Qual a influência da potência do fotopolimerizador na fotoativação das resinas compostas?

Para melhores resultados, sugerimos a potência mínima de 450mW/cm², assim teremos uma adequada fotopolimerização, diminuindo alterações de cor, percolação, e infiltrações. Para garantir a qualidade das restaurações, é necessário avaliar periodicamente a densidade de potência do fotopolimerizador. A manutenção da lâmpada deve ser feita sempre que necessário.

As resinas de micropartículas são empregadas superficialmente para reproduzir o esmalte e para melhorar a qualidade de polimento. Com a resina Opallis (nanohíbrida), conseguimos um bom polimento?

Em trabalho recente (Ardu & Krejci, Quintessence Int, 2006), o resultado da técnica de recobrimento com resinas de nanopartículas foi avaliado após 20 anos de desempenho clínico. Os autores salientam que a resina de nanopartículas não possui resistência à fratura para ser empregada em grandes volumes e concluem que “o uso de técnicas e materiais apropriados permite resultados estéticos ótimos para restauração de defeitos anteriores pequenos e médios com resinas compostas diretas”. A distribuição do tamanho das partículas permite um preenchimento adequado da resina, contribuindo para sua elevada resistência mecânica e ao desgaste, características necessárias para restaurações em dentes posteriores. O reduzido tamanho médio das partículas traz facilidade de polimento, gerando uma restauração com superfície lisa e de alto brilho, o que dispensaria o uso de uma resina de nanopartículas como camada final. Vale destacar que ao empregar uma resina diferente da Opallis na última camada, pode-se alterar a fluorescência final da restauração. Por exemplo, uma resina nanoparticulada sem fluorescência irá mascarar a fluorescência das camadas de Opallis), apresentando tamanho médio de 0,5µm. A resina composta Opallis é uma resina nanohíbrida com adequada distribuição de partículas (40nm – 3µm).

Como mascarar a “meia-lua” de restaurações classe III com Opallis?

A linha visível entre estrutura dentária e resina composta, conhecida por “meia-lua” é muito comum em situações onde trabalhamos com pequenos volumes de resina composta. Isso ocorre por insuficiência de mascaramento da interface esmalte/resina. Pode-se corrigir esse desagradável efeito com a aplicação de corantes (passo clínico adicional de difícil domínio) ou apenas fazer com que uma pequena lâmina de resina Opallis, de tonalidade dentinária, na maioria dos casos, ou às vezes um opaco OP, OW, A0,5 ou B0,5 invada ou “suba” por sobre aproximadamente metade do esmalte (biselado ou não), fazendo com que a opacidade de tal resina mascare preventivamente o efeito.

Quais são as indicações das resinas extraopacas (Opaque Pearl, Opaque White, A0,5 e B0,5)?

As massas Opaque Pearl e Opaque White são indicadas para opacificação de fundos escuros (dentina esclerótica ou dentina manchada em dentes despolpados), tanto em dentes anteriores quanto em posteriores. Podem ser empregadas também como massas de efeito para simular áreas esbranquiçadas, manchas hipoplásicas e em alguns casos selecionados, a Opaque Pearl e Opaque White podem ser empregadas para construção do halo opaco incisal. As massas A0,5 e B0,5 são resinas desenvolvidas para uso em odontopediatria, mais opacas, pois possuem cores compatíveis com dentes decíduos. Entretanto, nada impede que as mesmas sejam empregadas em dentes clareados, desde que a seleção prévia de cores coincida com essas opções de cor.

A maior dificuldade apresentada por profissionais é o mascaramento da dentina escurecida. Poucos compósitos apresentam opacidade suficiente para mascarar com sucesso a alteração de cor. Opallis tem resinas para essa finalidade?

Tal procedimento requer massas de resinas com grande opacidade mesmo em pequenas espessuras, como é o caso da Opallis Opaque White, Opaque Pearl, A,05 e B0,5. O fundo escuro é comum na clínica diária, pois frequentemente nos deparamos com dentina esclerótica, manchada ou escurecida. Principalmente em cavidades tipo I e II, em dentes posteriores e em facetas em dentes despolpados, é muito comum existir a necessidade de opacificação da dentina escurecida. Tal procedimento requer massas de resinas com grande opacidade mesmo em pequenas espessuras. A cor OW (Opaque White) nos dá uma opacidade “branca”, transformando o fundo escuro deixando-o pronto para receber “cor”, ou seja, as massas de dentina e esmalte. Já a cor OP (Opaque Pearl) possui uma opacidade com um sutil toque de amarelo (“pérola”) e pode ser empregado para opacificação ou quando se deseja criar efeitos como manchas brancas hipoplásicas ou o halo incisal em reconstruções. As cores A0,5 e B0,5 são meio tom mais claras que o A1 e B1 respectivamente.

Qual a função das cores A0,5 e B0,5? Elas podem ser usadas em dentes clareados por apresentarem croma abaixo da cor A1?

Quem determina quais cores deverão ser usadas numa restauração é o procedimento clínico “seleção de cores”. Se após o clareamento dental, cores A0,5 ou B0,5 da resina Opallis forem necessárias, elas deverão ser usadas. Apesar de ser criada com a indicação precípua de uso em dentes decíduos e de possuírem elevada opacidade, nada impede que seu uso em dentes permanentes seja feito.

Qual a diferença entre as cores Bleach (L, M e H) da Opallis? Existe uma variação no teor de amarelo?

A diferença é que apesar de todas elas apresentarem tonalidades mais claras do que o padrão B1 da escala Vita Classical há pequenas variações de croma entre essas massas. A Bleach H apresenta menor croma (menos amarelo). A Bleach L já mostra um maior croma, graças à maior quantidade de pigmentos amarelos. Já a Bleach M situa-se numa faixa intermediária, equilibrando os níveis de amarelo.

Como utilizar as cores de efeito (T-Neutral, T-Yellow, T-Orange, T-Blue) em uma restauração?

O que os olhos não veem, as mãos não são capazes de executar. Há tempos, tais recursos de efeitos transparentes eram difíceis de ser encontrados no mercado, sendo quase exclusivos de alguns materiais apenas. As massas “T” em questão são mais transparentes do que as massas de esmalte, possuindo elevada translucidez (66% a 79%). As cores agregadas nessas massas transparentes da resina Opallis possibilitam a oportunidade de se criar efeitos como os encontrados na região incisal de dentes jovens, áreas azuladas ou mesmo mais transparentes onde a luz passa sem ser refletida. A escolha entre Neutral, Yellow, Orange ou Blue é muito pessoal e diretamente dependente do caso em questão. A observação detalhada do que se deseja reproduzir é o mais importante no momento de selecionar a massa “T” para sua restauração. Devem ser inseridas, via de regra, entre os espaços criados na massa de dentina na região incisal, abrindo espaço para que a borda incisal tenha naturalidade compatível com o que encontramos na natureza. A cor T-Yellow é muito translúcida e sem pigmentação. Pode ser empregada como última camada para simular o esmalte. O uso desta cor dá profundidade à restauração tornando-a natural. A Cor T-Neutral apresenta translucidez inferior à T-Yellow, porém superior às cores de esmalte convencionais. Atende a maioria das situações de reconstrução de terço incisal e palatina.

Informações ao Profissional

Precauções e Contraindicações

• Em casos de reações alérgicas ao produto, suspenda o uso. Evite a utilização de materiais forradores ou provisórios à base de eugenol, pois estes interferem na polimerização do material.
• Evite o contato de Opallis não polimerizado com a pele, mucosa e olhos.
• Quando ainda não polimerizado, o produto pode provocar um efeito ligeiramente irritante e promover sensibilização devido aos metacrilatos.

Conservação e Armazenamento

• A embalagem do produto deve ser fechada imediatamente após o uso.
• Armazene o produto em local limpo, seco e em sua embalagem original.
• Não exponha o produto a temperaturas elevadas ou incidência da luz solar direta.
• Armazene o produto em temperaturas entre 5°C-30ºC/41°F-86°F.
• Não congele o produto.
• O prazo de validade do produto é de 3 anos a partir da data de fabricação.
• Não utilize o produto com prazo de validade vencido.
• Para descarte do produto siga a legislação de seu país.
• Não reaproveite a embalagem vazia.
• Mantenha fora do alcance de crianças.
• Proteja o produto de contaminação externa.