Opallis Odontopediatria

Resina composta com as mesmas qualidades de Opallis, permite reproduzir com perfeição tecidos dentais opacos e pouco pigmentados dos dentes decíduos.
Mais informações

Descrição

Resina composta com as mesmas qualidades de Opallis, permite reproduzir com perfeição os tecidos dentais opacos e pouco pigmentados dos dentes decíduos.

Apresentação

• 1 seringa 2g. Disponível nas cores: A0,5 e B0,5.

Características e Vantagens

• Polimento fácil e duradouro com brilho semelhante ao da estrutura dental.

• Suas propriedades mecânicas atendem requisitos de restaurações em dentes anteriores e posteriores.

• Excelente radiopacidade.

• Opalescência idêntica a dos dentes naturais.

• Fluorescência balanceada com o da estrutura dental.

• Elevado grau de conversão.

• Reduzido desgaste e rugosidade superficial contribuindo na manutenção do brilho e longevidade da restauração.

• Embalagem ergonômica, com tampa acoplada ao corpo da seringa.

• Reduzida sensibilidade à luz.

• Seleção de cores especiais devido aos dentes decíduos serem mais opacos e claros. A,05 e B0,5 são extra opacas, portanto, com maior opacidade que a dentina e mais claras que as cores A1 e B1.

Indicações

• É indicado para restaurações de dentes anteriores e posteriores permitindo a reprodução das características ópticas da estrutura dentária.

• Restaurações oclusais, proximais e ocluso-proximais de tamanho pequeno e médio.

• Restaurações de dentes anteriores classe III, IV e V.

• Facetas diretas em resina composta.

• Colagem de fragmento de dentes.

• Reduzir e/ou fechar diastemas.

• Corrigir e/ou alterar a forma de um ou vários dentes.

• Defeitos estruturais: amelogênese imperfeita, hipoplasias de esmalte e lesões cervicais não cariosas.

• Para corrigir e/ou alterar a proporção largura e/ou comprimento do(s) dente(s).

• Restauração de dentes decíduos.

Passo a Passo

Seleção de cor

Para a seleção da cor faça uma profilaxia. Os dentes devem estar limpos e hidratados, sem isolamento.

Métodos para a escolha da cor

• Pode ser realizada com a escala Vita, comumente utilizada.

• Uma pequena porção de resina composta pode ser colocada sobre a superfície vestibular do dente a ser restaurado (sem condicionamento e aplicação de sistema adesivo) polimerizada durante 30 segundos, umidificada com a saliva do paciente e observar. Essa etapa pode ser realizada para confirmar a cor da resina composta.

• Para os casos mais desafiadores, recomendamos que, inicialmente, o profissional faça o mapa cromático do dente. O mapa cromático são todas as informações mais detalhadas das características individuais dos dentes.

Aplicação

Passo 1

Faça o preparo para a execução de restaurações adesivas diretas.

Passo 2

Faça o condicionamento ácido com Condac 37% (FGM) inicialmente nas margens de esmalte e em seguida no interior da cavidade. O tempo de condicionamento é de 15 segundos. Em seguida lave com água em abundância, remova todo o ácido da estrutura dental e seque a dentina sem desidratá-la.

Passo 3

Aplique o sistema adesivo de acordo com as recomendações do fabricante.

Passo 4

Inserção e fotopolimerização da resina composta:

• Recomendamos a técnica de inserção e polimerização por incremento. Essa técnica permite uma polimerização mais uniforme. Utilize os tempos de polimerização descritos na tabela 1 para camadas de até 1,0 mm de resina.

• Restaure a cavidade de acordo com a(s) core(s) selecionada(s) aplicando pequenas camadas de Opallis (espessura máxima de 1 mm) adaptando cuidadosamente na cavidade.

Passo 5

Para o acabamento e polimento podem ser utilizados os discos de lixa Diamond Pro (FGM) e discos de feltro Diamond Flex (FGM) com auxílio de pastas para polimento Diamond ACI e ACII (FGM) e Diamond Excel (FGM).

Notas

1 – Checar a oclusão é um fator de extrema importância. Restaurações em supraoclusão provocam um estresse muito grande no dente e na restauração, o que pode levar à dor. Não as deixe em infra-oclusão.

Perguntas Frequentes

O que é fluorescência?

Fluorescência é a capacidade que o dente tem em absorver radiação ultravioleta (tipo luz negra) e emitir essa radiação na faixa de luz visível dando um aspecto azulado.

Por que é importante uma resina ter fluorescência?

Porque, para restaurar parte do dente perdido, é necessário reproduzir todas as propriedades do dente natural. Resinas não fluorescentes são detectadas como uma área escura quando expostas à luz ultravioleta.

O que é opalescência?

A opalescência é uma propriedade óptica do esmalte dental, que possui a capacidade de transmitir ondas longas do comprimento de luz natural e refletir as ondas curtas. A opalescência pode ser observada na região incisal dos dentes em que há apenas presença de esmalte. Devido à translucidez, o esmalte tem a capacidade de refletir ondas de luz azulada e transmitir luz alaranjada.

Qual a influência da potência do fotopolimerizador na fotoativação das resinas compostas?

Para melhores resultados, sugerimos a potência de 450mW/cm², assim teremos uma adequada fotopolimerização, diminuindo alterações de cor e infiltrações marginais. Para garantir a qualidade das restaurações é necessário avaliar periodicamente a densidade de potência do fotopolimerizador.

As resinas de micropartículas são empregadas superficialmente para reproduzir o esmalte e para melhorar a qualidade de polimento. Com a resina Opallis (microhíbrida com partículas nano) conseguimos um bom polimento?

Em trabalho recente (Ardu & Krejci, Quintessence Int, 2006), o resultado da técnica de recobrimento com resinas de micropartículas foi avaliado após 20 anos de desempenho clínico. Os autores salientam que a resina de micropartículas não possui resistência à fratura para ser empregada em grandes volumes e concluem que “o uso de técnicas e materiais apropriados permite resultados estéticos ótimos para restauração de defeitos anteriores pequenos e médios com resinas compostas diretas”. A distribuição do tamanho das partículas permite um preenchimento adequado da resina, contribuindo para sua elevada resistência mecânica e ao desgaste, características necessárias para restaurações em dentes posteriores. O reduzido tamanho médio das partículas de 0,5 microns traz facilidade de polimento gerando uma restauração com superfície lisa e de alto brilho, o que dispensaria o uso de uma resina de micropartículas como camada final. Vale destacar que ao empregar uma resina diferente da Opallis na última camada, pode alterar a fluorescência final da restauração. Por exemplo, uma resina microparticulada sem fluorescência irá mascarar a fluorescência das camadas de Opallis.

Existem diversos graus de fluorescência em resinas compostas. Como posso identificar se uma resina possui fluorescência compatível com a estrutura dental?

As empresas fabricantes de resinas fazem testes prévios com suas massas de esmalte, dentina e efeitos, comparando dentro de normas pré-estabelecidas, todas as massas de resina com dentina e esmalte naturais. Tal cuidado garante fluorescência na medida certa para o uso de restaurações de resina composta. Clinicamente e em laboratório emprega-se luz ultravioleta para tal distinção. Como a aquisição de tal aparelhagem muitas vezes é dispendiosa para o clínico, uma boa saída é recorrer às bulas, a materiais de boa procedência e aos artigos científicos. Consulte o perfil técnico da resina que você emprega, busque literatura de qualidade e principalmente entenda o que é fluorescência. A FGM dispõe de todos os equipamentos para certificação de seus compostos resinosos, como espectrofotômetro, reômetro e luz ultravioleta, garantindo não só uma adequada fluorescência, mas todas as propriedades físicas e mecânicas que uma resina nanohíbrida necessita.

Informações ao Profissional

Conservação e Armazenamento

• Manter o produto em local fresco com a embalagem sempre bem fechada e protegida.

• Não utilizar após o vencimento.

• Evitar exposição direta ao sol.

Prazo de Validade

• 2 anos a partir da data de fabricação. A data de fabricação e do lote são marcados nas seringas e embalagens externas.